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sábado, dezembro 12, 2015

SILÊNCIO & NÃO SILÊNCIO

Verifico que muita boa gente está preocupada com algumas decisões e opiniões do actual Governador do Banco de Portugal.
Podem ter razão mas o interessante é que durante o "reinado" de Vítor Constâncio não me lembro dessas vozes terem manifestado qualquer preocupaçãozinha com as decisões e opiniões do actual Vice-Presidente do Banco Central Europeu.
Porque razão o silêncio virou para o comentário?


domingo, agosto 02, 2015

HÁ SILÊNCIOS COMPROMETEDORES . . .

Recentemente, porque Ricardo Salgado (de acordo com a lei) recusou ficar com pulseira electrónica, o Juiz decidiu que a PSP providenciaria a vigilância na casa de Ricardo Salgado o cumprimento das medidas decididas em relação ao ex-banqueiro. 
Perante as primeiras notícias, que seriam necessários 8 agentes para vigiarem a casa durante as 24 horas, o Sindicato da PSP, de imediato, em comunicado, veio contestar a decisão, chamando a atenção para a "falta de agentes", na cidade de Cascais, para garantirem a segurança dos cidadãos.
Nos últimos 3 dias, as televisões vêm noticiando as medidas tomadas no Porto, para o "casamento do ano" - de Jorge Mendes, empresário ligado ao futebol. 


Corte de estradas; condicionamento na mobilidade dos cidadãos; aluguer de um espaço público para a boda do casamento; etc.
Hoje, as tvs, nas reportagens apresentadas sobre os percursos dos convidados e dos locais das cerimónias (religiosa e boda), foi evidente que os números de agentes da PSP envolvidos no controle do trânsito e movimentação das pessoas, não se limitou a "8 agentes da PSP".
Por outro lado, o espaço público de Serralves foi fechado ao público.
Curiosamente, hoje, nenhum sindicato manifestou a sue preocupação com a "falta de agentes" para a segurança dos cidadãos e a impossibilidade do público visitar os jardins de Serralves.
Se outra figura pública ou um político tivesse manifestado a veleidade de "imitar" Jorge Mendes, o que não diriam os Sindicatos representativos dos agentes da PSP e dos bens públicos?
Às vezes, há silêncios comprometedores . . .




quinta-feira, julho 02, 2015

DIGNIDADE


Certas vozes, que se apresentam como defensoras da dignidade, têm criticando a UE pela forma indigna como têm tratado os gregos.
Curioso, é o silêncio dos ditos defensores perante a forma como o Governo grego colocou o seu povo nos últimos dias.

terça-feira, maio 26, 2015

HÁ SILÊNCIOS ESTRANHOS

Recentemente, foi publicado um livro sobre Pedro Passos Coelho. De imediato, certas vozes, de reconhecido mérito, criticaram o livro e, em alguns casos, com palavras não habituais numa critica literária.
O curioso é que as mesmas vozes, de reconhecido mérito, em outra altura, num livro similar, pautaram o seu sentido critico por um profundo silêncio.
Não vou opinar pois não li nenhum dos livros mas que o silêncio dos críticos, de reconhecido mérito, sobre o primeiro livro é estranho, é.
Porque foi ?

quinta-feira, dezembro 12, 2013

SILÊNCIO & NÃO SILÊNCIO

Verifico que muita boa gente está preocupada com algumas decisões e opiniões do actual Governador do Banco de Portugal.
Podem ter razão mas o interessante é que durante o "reinado" de Vítor Constâncio não me lembro dessas vozes terem manifestado qualquer preocupaçãozinha com as decisões e opiniões do actual Vice-Presidente do Banco Central Europeu.
Porque razão o silêncio virou para o comentário?

terça-feira, julho 17, 2012

DE INCOERÊNCIA ESTÁ O "INFERNO" CHEIO

Bispo das Forças Armadas
D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas, ontem, na TVI 24, a propósito das medidas tomadas pelo Governo, que resultam do memorando de entendimento assinado pelo anterior Governo e a Troika (FMI, BCE e UE), considerou que "Este processo é profundamente corrupto ..." e, na sequência da sua avalanche de criticas,  lamentou que "atacam os jornalistas, pressionam ....".
Não sei se D. Januário está a viver momentos de stress mas o que se pede ao Bispo das Forças Armadas é, no mínimo, um bocadinho de coerência. 
Durante a anterior governação não notámos, da parte de D. Januário, tanta agressividade e o Bispo, ao criticar a "pressão sobre os jornalistas", esqueceu-se que naquela casa - a TVI - durante a governação de José Sócrates foi feita uma enorme pressão para com uma jornalista da TVI. 
D. Januário Torgal Ferreira se esqueceu da forma como o ex-Primeiro ministro José Sócrates, em entrevista na RTP criticou a TVI, um programa e uma jornalista?
Para não lembrarmos outras situações. 
D. Januário não pode cometer "pecados" desta natureza, correndo o risco de ter que permanecer um tempo no "purgatório" para depois entrar no "céu".
No mínimo que se exige ao Bispo das Forças Armadas é coerência porque de incoerência está o "inferno" cheio.

segunda-feira, fevereiro 20, 2012

OS "BARULHOS" E OS SILÊNCIOS DE UMA CERTA ESQUERDA

Quando Eduardo Catroga foi escolhido pelos novos accionistas da EDP para presidir ao Conselho Geral, quase caiu o "Carmo e a Trindade".
Toda a esquerda - jornalistas, intelectuais, comentadores e políticos - levantou a voz e manifestou a sua indignação com a escolha dos accionistas.
Na semana passada, Luís Amado, ex-ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros do ex-Governo PS, foi convidado pela Rentipar, accionista de referência do grupo económico Banif, para assumir a liderança daquela instituição bancária, cuja eleição decorrerá na próxima Assembleia Geral.
Perante esta escolha, a esquerda manteve um silêncio profundo.
Porquê?

segunda-feira, janeiro 09, 2012

DECLARAÇÃO DE INTERESSES DOS POLÍTICOS

Na semana que terminou, a comunicação social escrita, inundou os noticiários com informações sobre a Maçonaria (Sociedade secreta ?).
De imediato surgiram vozes a reclamar que os políticos/deputados terão que passar a indicar, na declaração de interesses, se integram a Maçonaria.
Concordo com esta reivindicação e para maior transparência da sui generis democracia à portuguesa, sugiro que os políticos/deputados indiquem as suas ligações a outras organizações, tais como:
  • Olivedesportos;
  • Claque dos Super Dragões;
  • Claque dos No Name Boys;
  • Claque da Juve Leo;
  • Grupo dos Licenciados aos Domingos na Universidade Independente;
  • Grupo dos Aposentados com Três e mais Reformas;
  • Associação dos Defensores do Serviço Público na TV.
 Com este rigor e transparência, a nossa democracia  ficará mais bonita, mais limpa  e mais à portuguesa.

domingo, dezembro 04, 2011

JOE BERARDO PEDE A RESIGNAÇÃO DO PRESIDENTEDA REPÚBLICA

Transcrevemos parte da notícia da Lusa, onde Joe Berardo pede a resignação do Presidente da República.


"O Presidente da Republica é um pouco responsável por muita coisa que aconteceu até agora", disse o comendador à Lusa, acrescentando: "Acho que o Presidente da República devia pedir a resignação".
"O nosso Presidente da República, não sei por quanto tempo, vai ficar muito zangado, mas não estou preocupado com o PR, estou preocupado é com o que está a acontecer a Portugal, que não há maneira de dar a volta por cima", acrescentou Joe Berardo.
O empresário justifica o pedido de resignação, dizendo que Cavaco Silva está "relacionado com o BPN, ganhou dinheiro, e isso nunca foi bem explicado aos portugueses", e tinha encontros com Oliveira e Costa (antigo responsável do BPN), um "amigo de longa data e homem do fisco do tempo" dos seus governos.
"Vi o Presidente da República dizer publicamente que o Dias Loureiro (antigo ministro e responsável do BPN) era uma pessoa honesta, em quem tinha confiança, mas já saiu", referiu ainda o comendador.
Segundo Joe Berardo, enquanto governante, Cavaco Silva, defendeu também medidas que prejudicaram o sector das pescas de Portugal e "agora diz que o Governo devia lançar-se pelo mar"."

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Joe Berardo tem o direito de expressar a sua opinião sobre a vida portuguesa e os responsáveis políticos. Estranho que estas criticas, ou chamadas de atenção, não tenham sido feitas nos momentos em que se registaram as situações referidas. Falar agora, denunciar agora ou pedir agora a resignação do Presidente da República, leva a desconfiar de "tanta coragem".
Porquê só agora?
Será que os "ventos financeiros" não vão de feição para Joe Berardo?
Não vamos exigir nada ao Comendador Joe Berardo mas, unicamente, sugerir que explique aos portugueses como foi possível, na anterior governação, obter um empréstimo da CGD (o banco do Estado) para adquirir acções no BCP, o maior banco privado português. 
Sobre o actual momento de dificuldades para os portugueses, estranho que o Comendador Joe Berardo, nas anteriores governações não tenha feito ouvir a sua voz em momentos onde foram tomadas decisões que não agradaram aos portugueses, como foi a assinatura de um Protocolo para o Comendador instalar a sua colecção de arte moderna no CCB.
É que a instalação (ou, como alguns dizem, a ocupação) da colecção de Joe Berardo  no CCB está a custar alguns euros aos portugueses. Era oportuno clarificar, e bem, esta situação.
O Comendador Joe Berardo não quererá aproveitar esta onda de coragem para lembrar situações "pouco claras" de anteriores políticos?
A democracia portuguesa agradece!

quarta-feira, julho 20, 2011

MIRADOURO




"Teimosia de Sócrates foi altamente lesiva para o país".
João Cravinho, ex-ministro e ex-deputado, em declarações à Rádio Renascença.

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Pois é, mas quando ouço certos analistas como Pedro Adão e Silva, António José Teixeira e Nicolau Santos, ontem na SIC N, parece que este Governo é o culpado dos actuais problemas do país.

terça-feira, junho 07, 2011

PRENDA PARA ANA GOMES

A minha prenda para Ana Gomes


sábado, abril 16, 2011

A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR


Marinho e Pinto, o irrequieto Bastonário da Ordem dos Advogados, afirmou, ontem, que o povo português devia "fazer greve" às eleições de 5 de Junho. O cidadão Marinho e Pinto tem todo o direito de opinar sobre qualquer assunto. Quanto ao Bastonário da OA tenho algumas dúvidas sobre opinar em determinados assuntos.

Se o Bastonário tivesse apelado aos seus pares para fazerem greve ás audiências, por causa da morosidade da justiça, compreendia. Agora, apelar à "greve" num momento tão difícil para Portugal, considero que não fica bem ao Bastonário da OA. Mesmo que fosse, como justificou, "para a refundação da democracia".

Só poso entender este desesperado apelo como uma forma dos advogados terem "mais causas para defender" (Será?).

Não acredito que a maioria dos advogados, neste apelo, esteja com o seu Bastonário.

A César o que é de César.

E se nas recentes eleições para a Ordem dos Advogados, os advogados tivessem feito greve para a necessária "refundação da OA"? O que teria dito o candidato Marinho e Pinto?