Poesia de António Salvado

PLANTAS DA BEIRA
Há sempre uma afeição pelas giestas
- luminosa harmonia coroada -
e o alecrim, as ilhas avistadas
de rosmaninho . . . de alfazema . . . estevas.
Rochedos infindáveis e dispersos
filigranas de orégãos dentro de água.
O cheiro do tomilho perfumado,
ali .. . quase carnuda . . . a salsa . . . inerte.
Nada pediram para florescer,
feitos de acaso e vasto colorido
estes humildes inocentes seres
(e a artemísia . . . o endro) a tudo unidos.
domingo, julho 19, 2015
POESIA DA BEIRA
Publicada por
Eduardo Saraiva
à(s)
10:10 da manhã
Etiquetas: Poesia da Beira - António Salvado
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