A exposição, "A Raiz das Palavras", alusiva à obra/vida de Eugénio de Andrade, está patente ao público até ao próximo dia 2 de Outubro.
Passem pela Biblioteca (no Fundão) e terão a oportunidade de verem/lerem o cuidado que o poeta colocava na feitura dos poemas.
O poema, "Morte Quotidiana" [16.9.81], manuscrito, foi "retocado" e depois de dactilografado, foi novamente "retocado".
O postal que enviou ao seu amigo Jorge de Sena . . .
. . . o lenço de bolso de Eugénio de Andrade.
Dois poemas sobre a sua gente e a sua terra

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