de Armindo Rodrigues
Como guizos,
as cerejas
dir-se-iam tilintarem,
de frescas.
Como libélulas,
o sol
dir-se-ia estremecer,
de fúria.
Como novilhos,
as nuvens
dir-se-ia mugirem,
de espanto
Andando por este mundo fora... "O país que precisa de um salvador não merece ser salvo " Millôr Fernandes
Publicada por
Eduardo Saraiva
à(s)
10:45 da manhã
Etiquetas: Cerejas - Poesia - Fundão
1 comentário:
A cereja é poesia quando a observamos na altiva cerejeira desafiando o nosso desejo de a saborear..
um abraço
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