Coimbra, 26 de Maio de 1942 - Mais um livro. Mais uma tonelada de energia perdida, que, gasta na minha terra a saibrar monte, dava pelo menos um milheiro de bacelo plantado. Mas pobre de quem tem uma chaga! Pobre de quem tem a mísera condenação de ser poeta, e de o ser aqui . . .
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Diário VI
Mira, 26 de Maio de 1952 - O mar ainda é das coisas grandes que o mundo tem. Ao menos, é sempre a varrer!


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