Paulo Ralha, presidente do sindicato dos Trabalhadores dos Impostos teve todos os "tempos de antena" para "denunciar" que a lista VIP representa "um ataque à democracia (...), ao princípio de igualdade de todos os cidadãos perante a Lei. É uma medida digna de um Estado fascizóide".
Depois de ter andado por todos os órgãos de comunicação social, Paulo Ralha foi ouvido no Parlamento e recusou-se a indicar os autores da "lista VIP" mas na sua peregrinação pelos media, o impoluto sindicalista também se esqueceu de condenar os seus colegas funcionários que terão espiolhado, sem motivo, a vida fiscal dos contribuintes.
Este comportamento - "entrar em espaços sigilosos - também é uma grave violação dos direitos dos cidadãos.
Sobre isto, Paulo Ralha não falou e não condenou. Ou será que falará, como disse, nos lugares próprios?


1 comentário:
AQUANDO DA GREVE DO AUMENTO DE 1 HORA LABORAL, ESTE CAVALHEIRO DISSE QUE ISSO NÃO IRIA AUMENTAR A PRODUTIVIDADE.
ENTÃO PARA QUE FAZEM HORAS EXTRA MUITO BEM PAGAS? ASSIM SENDO ESTÃO A ROUBAR O CONTRIBUINTE.
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