Ir a Estremoz e não entrar nas "Irmãs Flores" é, de um certa forma, parecido com o "ir a Roma e não ver o Papa".
Não escondo que gosto da arte de trabalhar o barro e, cá em casa, temos algumas peças da Perpétua e da Maria Inácia [as manas Flores].
Quando voltamos, há sempre peças novas, inspiradas na vida alentejana e religiosa. Agora, as irmãs Flores têm um membro da família para dar continuidade ao manuseamento e pintura do barro - o sobrinho Ricardo Fonseca.
Pelas obras que tinha entre mãos, temos artista.
Claro que "perdi a cabeça" e trouxe 3 peças - a fidalguinha, o amor cego e o S. António. Nos próximos dias publicarei algumas das peças que encantaram (e fotografei).





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