MENSAGEM
III - AS QUINAS
IV
D. JOÃO,
INFANTE DE PORTUGAL
Não fui alguém. Minha alma estava estreita
Entre tão grande almas minhas pares,
Inultimente eleita,
Virgemmente parada;
Porque é do português, pai de amplos mares,
Querer, poder só isto:
O inteiro mar, ou a orla vã desfeita -
O todo, ou o seu nada.


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