EMIGRANTE

Não vou negar meu amor
que não te afasto
e evito
nem que vacilo
e resisto
a negar-me ao teu encontro
que construo e que desisto
Meu amigo
e meu amado
emigrante do que eu sinto
Andando por este mundo fora... "O país que precisa de um salvador não merece ser salvo " Millôr Fernandes

Publicada por
Eduardo Saraiva
à(s)
12:12 da manhã
Etiquetas: Poesia - Maria Teresa Horta
6 comentários:
mais um orgsss
Este anónimo, pelos comentários feitos em posts anteriores parece não gostar mesmo nada da Teresa Horta.
Porquê?
Não gosta desta poesia? Ou prefere não divulgar a poesia de Teresa Horta?
Podemos não gostar dela mas nos anos 60 foi uma Mulher (com M grande)que incomodou mutos homens.
Não gosto da poesia dela e da valência da sua postura intelectual.
O poema é fraco e não podemos dizer que são coisas da juventude. A Srª é um auto-mito. A sua postura actual envergonha outras mulheres que lutaram e lutam pelos seus direitos, sem as mediatizações a que sempre nos habituou.
São os feminismos provincianos que nada alteraram das mentalidades dominantes.
Por exemplo porque é que só há, nos comentários, uma identidade anónimo e não ANÓNIMA?
Porque o bloguista (ou os bloguistas) que não gosta de Teresa Horta é anónimo.
Há muitas ANÓNIMAS que gostam de Teresa Horta e há muitas ANÒNIMAS que desconhecem Teresa Horta.
Ainda bem que o andarilho trouxe a poesia de Teresa Horta.
Sim é uma questão, vá lá, horticola. Ponto final, de acordo? Orgasme lá o que quiser com as poesias da Teresinha «libertária».
Mas viva a liberdade de não gostar da poetisa ou não?
è interessante este anónimo, anónima, anónimos e anónimos...
Umas anonas pegadas
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