segunda-feira, janeiro 26, 2009

MARIA TERESA HORTA

EMIGRANTE



Não vou negar meu amor
que não te afasto
e evito

nem que vacilo
e resisto
a negar-me ao teu encontro
que construo e que desisto

Meu amigo
e meu amado
emigrante do que eu sinto

6 comentários:

Anónimo disse...

mais um orgsss

Alentejano disse...

Este anónimo, pelos comentários feitos em posts anteriores parece não gostar mesmo nada da Teresa Horta.
Porquê?
Não gosta desta poesia? Ou prefere não divulgar a poesia de Teresa Horta?
Podemos não gostar dela mas nos anos 60 foi uma Mulher (com M grande)que incomodou mutos homens.

Anónimo disse...

Não gosto da poesia dela e da valência da sua postura intelectual.
O poema é fraco e não podemos dizer que são coisas da juventude. A Srª é um auto-mito. A sua postura actual envergonha outras mulheres que lutaram e lutam pelos seus direitos, sem as mediatizações a que sempre nos habituou.
São os feminismos provincianos que nada alteraram das mentalidades dominantes.
Por exemplo porque é que só há, nos comentários, uma identidade anónimo e não ANÓNIMA?

Anónimo disse...

Porque o bloguista (ou os bloguistas) que não gosta de Teresa Horta é anónimo.
Há muitas ANÓNIMAS que gostam de Teresa Horta e há muitas ANÒNIMAS que desconhecem Teresa Horta.
Ainda bem que o andarilho trouxe a poesia de Teresa Horta.

Anónimo disse...

Sim é uma questão, vá lá, horticola. Ponto final, de acordo? Orgasme lá o que quiser com as poesias da Teresinha «libertária».
Mas viva a liberdade de não gostar da poetisa ou não?

Anónimo disse...

è interessante este anónimo, anónima, anónimos e anónimos...
Umas anonas pegadas