A Presidência da União Europeia ( UE ), no 2º. Semestre de 2007, pertencerá a Portugal. Por isso, o Primeiro-Ministro José Sócrates dedicará uma especial atenção aos problemas da UE e, pelos temas que se encontram em agenda, o empenhamento da Presidência será prioritário.
Por outras palavras: José Sócrates terá que dedicar mais tempo à UE. Portugal, durante 6 meses, terá que “dispensar” o seu Primeiro-Ministro. Tem sido assim com os parceiros europeus.
Por outras palavras: José Sócrates terá que dedicar mais tempo à UE. Portugal, durante 6 meses, terá que “dispensar” o seu Primeiro-Ministro. Tem sido assim com os parceiros europeus.
Portugal não pode parar, mas os portugueses têm consciência da importância do nosso desempenho na Presidência europeia. É um esforço colectivo que tem que ser desempenhado pelos 27 membros da UE. No caso do Governo português, vários Ministros terão que se empenhar nas responsabilidades da UE. Quer dizer que terá que haver uma grande articulação entre as responsabilidades europeias e as nacionais.
Perante este quadro, esperamos que os nossos governantes saibam dar conta do recado. No entanto, como diz o nosso povo, ainda a procissão vai no adro e já há sinais de cansaço, desorientação, descoordenação . . . enfim, já há problemas.
São as declarações “desérticas” do Ministro Mário Lino . . . são as sempre inesperadas (e aguardadas) afirmações do Ministro Manuel Pinho . . . é a falta de controle sobre a Directora Regional da Educação do Norte . . . é o Ministro Mário Lino a afirmar que é Engenheiro e está inscrito na Ordem . . . é o Ministro Correia de Campos que fecha, altera e remete certas decisões para as calendas gregas . . . é o disse, não disse, mas volta a dizer de João Figueiredo, Secretário de Estado da Administração Pública . . . é o Secretário de Estado Adjunto da Industria, Castro Guerra, a contrariar o seu Ministro Manuel Pinho . . . é o Ministro da Agricultura a desautorizar o Secretário de Estado da Administração Interna, Ascenso Simões . . . é a saída do Ministro de Estado e da Administração Interna, António Costa . . . é o silêncio do Primeiro Ministro . . . é a Governadora Civil de Lisboa com o seu comportamento de “girl” no seu “job” . . . é o esforço (discreto) para tudo e todos controlar . . . é o ex-Presidente da Assembleia da República e Presidente do PS, Almeida Santos a teorizar sobre actos terroristas . . . são as Empresas da Construção Civil preocupadas com as pontes que podem ser detonadas . . . são os comboios e os automobilistas com receio de passarem na ponte sobre o Tejo (e não só) . . . etc.. . . .etc.
Já imaginaram o que será daqui a 2 meses?
Nem quero imaginar

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